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Diferença Entre Implante e Dentadura: O Que Você Precisa Saber

Diferença entre implante e dentadura: compare fixação, conforto, durabilidade, cuidados e custos para tomar uma decisão mais segura.

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Dr. Delano Maia - Implantes Dentários

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Título do artigo sobre a diferença entre implante e dentadura com uma imagem dividida ao meio, mostrando um implante dentário de um lado e uma dentadura do outro.

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Entender a diferença entre implante e dentadura ajuda a comparar estabilidade, aparência, adaptação, duração, cuidados e investimento antes de decidir como reabilitar o sorriso.

Resposta rápida

A principal diferença entre implante e dentadura está na forma de apoio. O implante é instalado no osso e recebe uma prótese, oferecendo uma solução fixa e estável. A dentadura é removível e se apoia principalmente sobre a gengiva, podendo se movimentar durante a fala ou a mastigação. Em geral, implantes proporcionam sensação e função mais próximas dos dentes naturais, além de ajudarem a preservar o osso. Dentaduras costumam ter menor custo inicial e podem ser uma alternativa adequada quando o paciente busca uma solução mais simples, acessível ou não tem indicação imediata para cirurgia. A escolha depende de avaliação clínica, exames, saúde geral, quantidade de osso, expectativas e orçamento.

Resumo

  • Implantes são fixados ao osso e sustentam próteses fixas, enquanto dentaduras são removíveis e apoiadas na gengiva.
  • A estabilidade, a eficiência mastigatória e a preservação óssea tendem a favorecer os implantes.
  • Dentaduras têm menor custo inicial, adaptação geralmente mais simples do ponto de vista cirúrgico e possibilidade de ajustes ao longo do tempo.
  • A decisão deve considerar saúde bucal, disponibilidade óssea, rotina de higiene, expectativa estética, tempo de tratamento e investimento.
  • Uma avaliação individualizada define se a melhor alternativa é uma dentadura, um implante unitário ou uma prótese fixa sobre implantes.
Close-up de um implante dentário sendo segurado por uma mão com luva cirúrgica.

O que é um implante dentário?

Um implante dentário é uma estrutura inserida cirurgicamente no osso da mandíbula ou da maxila para substituir a raiz de um dente perdido. Sobre essa estrutura é instalada uma prótese, como uma coroa, uma ponte ou uma reabilitação completa, conforme a necessidade do paciente.

O implante funciona como uma base interna para a reconstrução do dente. Os modelos mais comuns têm formato cilíndrico ou cônico, semelhante ao de um parafuso, e podem ser produzidos em titânio ou zircônia. O titânio é amplamente utilizado por sua resistência e capacidade de integração ao tecido ósseo. A zircônia oferece uma alternativa cerâmica, também pensada para aplicações odontológicas específicas.

A estrutura implantada não é o dente completo. Ela é a parte que substitui a raiz. Depois da etapa cirúrgica e do período de integração ao osso, um componente intermediário conecta o implante à prótese visível na boca. Essa distinção é importante porque muitas pessoas usam a palavra implante para se referir ao conjunto inteiro, embora o tratamento envolva partes diferentes.

A indicação pode abranger a substituição de incisivos, caninos, pré-molares e molares, desde que existam condições para oferecer sustentação. O planejamento avalia os dentes remanescentes, a gengiva, a mordida, a saúde geral e a quantidade e qualidade do osso. Exames de imagem, incluindo tomografia quando indicada, ajudam a definir a posição mais segura e funcional.

Quando há perda óssea, isso não significa automaticamente que o tratamento esteja descartado. Técnicas de reconstrução óssea ou alternativas para situações de maior atrofia podem ser consideradas, sempre de acordo com a anatomia e as condições clínicas. Em casos selecionados, a carga imediata permite instalar uma prótese provisória fixa pouco tempo depois da cirurgia, mas essa possibilidade depende da estabilidade inicial e do planejamento.

CritérioImplante dentárioDentadura
ApoioEstrutura fixada no osso, com prótese conectada ao implanteApoio principalmente sobre a gengiva
RemoçãoA prótese fixa sobre implantes não é retirada diariamente pelo pacientePode ser retirada para higiene e descanso dos tecidos
EstabilidadeTende a oferecer estabilidade semelhante à de um dente naturalPode apresentar movimentação ao falar ou mastigar
MastigaçãoPode proporcionar função mais próxima dos dentes naturaisPode exigir adaptação e limitar alguns alimentos
OssoAjuda a preservar o osso da mandíbula na região implantadaNão fornece estímulo ao osso e pode acompanhar a reabsorção
Custo inicialGeralmente mais alto por envolver cirurgia e componentes protéticosGeralmente mais acessível em comparação aos implantes
ManutençãoHigiene semelhante à dos dentes, com cuidados específicos ao redor dos implantesRemoção, limpeza adequada, ajustes e possíveis reembasamentos
Comparação geral entre implantes dentários e dentaduras. A indicação depende da avaliação clínica.
Vista de uma dentadura completa superior e inferior em um recipiente.

O que é uma dentadura?

Dentadura é uma prótese removível que substitui dentes ausentes e se apoia principalmente sobre a gengiva. Ela pode ser parcial, quando repõe parte dos dentes, ou total, quando substitui todos os dentes de uma arcada.

A dentadura é confeccionada para reproduzir dentes e gengiva de maneira compatível com o formato da boca. A base costuma ser feita de acrílico, material que imita a aparência gengival, enquanto os dentes podem ser produzidos com resina ou porcelana, conforme o planejamento protético. O aparelho é personalizado, mas permanece removível para higiene, descanso dos tecidos e manutenção.

Nas dentaduras parciais, a retenção pode envolver grampos ou outros recursos de apoio nos dentes que ainda permanecem. Nas totais, a prótese se apoia sobre a mucosa e a gengiva, usando o contato com os tecidos, o formato da base e a adaptação para permanecer em posição. Em algumas situações, adesivos específicos podem complementar a retenção, mas não corrigem uma prótese mal adaptada.

A remoção facilita a limpeza e permite que o profissional faça ajustes quando a boca muda. Ao mesmo tempo, exige disciplina. A prótese precisa ser retirada à noite, higienizada adequadamente e mantida conforme as orientações recebidas. Resíduos, umidade inadequada e limpeza insuficiente podem favorecer mau odor, irritação e acúmulo de bactérias.

A dentadura também devolve suporte aos lábios e às bochechas, contribuindo para a aparência facial. A adaptação, porém, varia entre pessoas. É possível haver sensação de volume, aumento da salivação, dificuldade inicial para pronunciar algumas palavras ou insegurança ao mastigar. Esses efeitos tendem a ser trabalhados com ajustes, treino e acompanhamento profissional.

Comparação lado a lado de um implante dentário e uma dentadura.

Quais são as principais diferenças entre implante e dentadura?

Fixação e estabilidade

A dentadura se apoia sobre a gengiva e depende da adaptação da base, do formato da arcada, da saliva, da musculatura e, em alguns casos, de adesivo. Mesmo quando bem confeccionada, pode apresentar alguma movimentação ao falar, sorrir ou mastigar. Essa mobilidade tende a ser mais perceptível em pessoas com reabsorção óssea, pouca área de apoio ou alterações no encaixe da prótese.

O implante muda o ponto de apoio. Em vez de ficar sustentada apenas pela gengiva, a prótese é conectada a estruturas ancoradas no osso. Em uma reabilitação unitária, isso pode sustentar uma coroa. Quando a perda dentária é extensa, vários implantes podem apoiar uma prótese fixa, como o protocolo. O paciente não precisa retirar esse tipo de prótese diariamente, embora necessite de higiene específica e acompanhamento.

A estabilidade influencia diretamente a mastigação e a fala. Uma prótese que se desloca pode fazer o paciente evitar determinados alimentos, falar com cautela ou sentir receio de sorrir em público. Com implantes, a retenção costuma se aproximar mais da sensação de um dente natural, porque a carga é transmitida por uma estrutura fixada no osso. Isso não significa que o resultado seja idêntico para todas as pessoas, pois a prótese, a mordida e a manutenção também interferem.

Há ainda uma diferença biológica. O implante transmite estímulo à região óssea em que está instalado, ajudando a preservar a estrutura da mandíbula. A dentadura não substitui a raiz e não fornece esse mesmo estímulo. Com o tempo, a pressão da prótese sobre a gengiva pode acompanhar um processo de reabsorção óssea, alterando a adaptação e exigindo reembasamentos ou nova confecção.

Estética e aparência

As duas alternativas podem melhorar a aparência do sorriso, mas fazem isso por caminhos diferentes. A dentadura repõe dentes e gengiva artificial, além de oferecer suporte para lábios e bochechas. Quando bem planejada, pode devolver volume facial e criar um resultado harmônico, especialmente em pessoas que perderam todos os dentes.

O implante permite construir uma prótese apoiada em uma base fixa. Em perdas unitárias, a coroa pode ser desenhada para acompanhar cor, formato e proporção dos dentes vizinhos. Em reabilitações extensas, o planejamento considera linha do sorriso, suporte labial, posição dos dentes, exposição gengival e relação com a face. A prótese não deve ser avaliada apenas pela aparência isolada, mas pela integração com o conjunto facial.

A diferença estética mais percebida costuma estar na segurança durante o movimento. Uma dentadura pode deslocar, expor a base ou alterar a posição ao sorrir se estiver frouxa. Uma prótese fixa sobre implantes permanece apoiada, o que reduz esse tipo de preocupação. Na arcada superior, um protocolo também pode deixar o céu da boca livre, ao contrário da dentadura total superior, que recobre boa parte do palato para obter retenção.

Ainda assim, estética não é sinônimo de implante em qualquer circunstância. Uma dentadura bem executada pode apresentar resultado natural, e uma prótese sobre implantes depende de planejamento, higiene, posição dos implantes e qualidade do trabalho protético. Fotografias, exames e conversa sobre expectativas ajudam a alinhar o que é desejado com o que é clinicamente possível.

Conforto e adaptação

O conforto envolve mais do que não sentir dor. Inclui falar, mastigar, limpar, dormir, perceber sabores e esquecer que existe uma prótese na boca. A dentadura é menos invasiva porque não exige a instalação cirúrgica de uma estrutura no osso, mas pode demandar um período de adaptação ao volume, à pressão sobre a mucosa e à movimentação durante a função.

Irritação na gengiva, pontos de pressão e dificuldade para mastigar alimentos mais consistentes podem aparecer quando a base precisa de ajuste. Em vez de suportar o desconforto, o paciente deve procurar o dentista para avaliar a adaptação. Desgastar a prótese por conta própria pode comprometer a retenção e a relação com a mordida.

O implante envolve cirurgia e um período de cicatrização. No pós-operatório, pode haver edema, sensibilidade e desconforto. Esse desconforto costuma durar, em média, de três a cinco dias, e o dentista pode prescrever medicamentos anti-inflamatórios quando forem indicados. A sedação consciente inalatória com óxido nitroso também pode auxiliar pacientes selecionados que apresentam ansiedade, sem substituir a anestesia local ou a avaliação clínica.

Depois da integração e da instalação da prótese, muitos pacientes percebem maior segurança para mastigar e falar. A limpeza, porém, não deixa de ser necessária. Próteses fixas sobre implantes exigem escovas, fio ou recursos de higiene indicados para alcançar a região ao redor dos componentes. A escolha mais confortável é a que se adapta à boca, à rotina e à capacidade de manter o tratamento.

Radiografia mostrando implantes dentários integrados ao osso maxilar.

Qual a durabilidade de implantes e dentaduras?

Implantes podem durar mais de vinte anos e, em alguns casos, acompanhar o paciente por toda a vida quando recebem higiene adequada e acompanhamento profissional. Dentaduras têm duração menor e podem precisar de reembasamento entre um e dois anos, além de substituição completa, em média, entre cinco e sete anos.

A durabilidade do implante precisa ser analisada em duas partes. O implante instalado no osso pode permanecer funcional por longo período, enquanto a prótese presa a ele está sujeita a desgaste, fraturas, alterações de cor, mudanças na gengiva e necessidades de manutenção. Portanto, dizer que um implante pode durar mais de vinte anos não significa que todos os componentes protéticos permanecerão iguais durante todo esse tempo.

Higiene diária, controle da placa bacteriana, acompanhamento periódico e equilíbrio da mordida são decisivos. Inflamação ao redor do implante pode comprometer os tecidos que o sustentam. Tabagismo, doenças não controladas, bruxismo e ausência de consultas também podem aumentar riscos. O tratamento não termina na instalação dos dentes; ele entra em uma fase de preservação.

A dentadura sofre mudanças por outro mecanismo. O osso e a gengiva continuam se remodelando depois da perda dentária, e a base que antes se ajustava bem pode ficar solta. O reembasamento corrige parte dessa diferença, mas não é uma solução eterna. A dentadura pode precisar de reembasamentos a cada um ou dois anos e, em média, de substituição completa a cada cinco a sete anos.

A comparação correta não é apenas implante contra dentadura no dia da instalação. É preciso considerar o ciclo completo: consultas, ajustes, higiene, reparos, troca de componentes e eventual substituição da prótese. Uma alternativa com investimento inicial menor pode exigir novas despesas ao longo do tempo. Isso não torna a dentadura inadequada, apenas muda a forma de planejar o tratamento e o orçamento.

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Cirurgião-dentista demonstrando o processo de colocação de implante em um modelo de gesso.

Como é o processo de colocação de implantes?

A colocação de implantes começa com avaliação clínica e exames de imagem, passa pelo planejamento da posição dos implantes, segue para a cirurgia e termina com a instalação e o acompanhamento da prótese. O tempo e as etapas mudam conforme a perda dentária, o osso, a gengiva e a reabilitação planejada.

Na consulta inicial, o profissional investiga a causa da perda dentária, doenças existentes, medicamentos, hábitos, sintomas e expectativas. Também examina dentes remanescentes, gengiva, mordida e áreas sem dentes. Essa etapa evita tratar somente o espaço vazio e permite identificar condições que podem influenciar a cicatrização ou a manutenção do resultado.

Os exames radiográficos mostram a anatomia óssea e a relação com estruturas importantes. A tomografia computadorizada pode oferecer uma visão tridimensional para avaliar volume, qualidade e posição do osso. Com planejamento digital em três dimensões, o profissional consegue estudar a posição dos implantes antes da cirurgia. Quando indicada, a cirurgia guiada ajuda a transferir esse planejamento para a boca com maior precisão.

A cirurgia costuma ser realizada com anestesia local. A colocação de um implante pode ser pouco mais demorada que uma cirurgia comum para extração de dente e normalmente fica abaixo de uma hora. Depois, ocorre a fase de cicatrização e integração ao osso. Durante esse período, a região é acompanhada para verificar tecidos, higiene e estabilidade.

Após a integração, é feita a etapa protética. Ela pode envolver molde ou escaneamento, escolha de cor e formato, prova, ajustes de mordida e instalação da coroa ou da prótese. Em situações favoráveis, a carga imediata pode permitir uma prótese provisória fixa logo após a cirurgia, mas não deve ser tratada como regra. Estabilidade inicial, osso disponível e características da reabilitação precisam ser compatíveis.

Quando não existe osso suficiente e saudável, o plano pode incluir enxerto ou técnicas alternativas. A ausência de volume ósseo não permite concluir, sozinha, que a pessoa não pode receber implantes. O diagnóstico define quais possibilidades são seguras e se a solução mais adequada é um implante unitário, uma prótese fixa sobre implantes ou uma opção removível.

Para aprofundar a sequência de atendimento, consulte também o conteúdo sobre [como funciona o processo de implante dentário para um dente]. A explicação ajuda a visualizar a diferença entre a etapa cirúrgica, a cicatrização e a instalação da prótese.

Pessoa escovando os dentes com prótese dentária e usando fio dental em implante.

Quais são os cuidados necessários para implantes e dentaduras?

Implantes e dentaduras exigem higiene diária, revisões e atenção aos sinais da boca. A diferença é que a dentadura pode ser retirada pelo paciente para limpeza, enquanto a prótese fixa sobre implantes permanece na boca e precisa de recursos próprios para higienizar suas áreas de apoio.

Para implantes, a rotina começa com escovação cuidadosa de dentes, prótese e gengiva. O fio dental, passa-fio, escovas interproximais ou irrigador podem ser indicados conforme o espaço disponível e o desenho da prótese. Não existe um único método válido para todos. O profissional deve demonstrar como alcançar a região ao redor dos implantes sem traumatizar os tecidos.

A consulta de manutenção avalia inflamação, sangramento, acúmulo de placa, estabilidade, mordida e desgaste da prótese. Dor, secreção, sangramento persistente, gosto ruim, mobilidade ou dificuldade repentina para mastigar justificam contato com o dentista. Adiar sinais de alerta pode transformar uma inflamação controlável em um problema mais complexo.

A dentadura deve ser retirada à noite, salvo orientação clínica diferente, e limpa fora da boca com produto apropriado. A escovação agressiva com materiais inadequados pode riscar o acrílico e criar áreas que acumulam resíduos. A prótese também não deve ser usada como ferramenta para abrir embalagens ou quebrar alimentos muito duros.

A boca precisa ser higienizada mesmo sem dentes naturais. Língua, gengiva, palato e dentes remanescentes acumulam biofilme. A dentadura deve ser observada quanto a rachaduras, bordas cortantes, folgas e mudanças na retenção. Ajustes e reembasamentos devem ser feitos profissionalmente, nunca com cola doméstica ou modificações caseiras.

Para qualquer alternativa, retornos regulares permitem acompanhar a saúde dos tecidos e a função. A Delano Maia entende o planejamento como uma decisão individualizada, baseada em exame clínico, condições ósseas, gengivais, saúde geral e exames de imagem, em vez de aplicar uma solução igual para todos.

Gráfico comparando o custo de implantes dentários e dentaduras ao longo do tempo.

Qual é o custo de implantes e dentaduras?

O custo de implantes e dentaduras não pode ser definido apenas pelo nome do tratamento. Implantes envolvem cirurgia, componentes, exames e prótese, enquanto dentaduras tendem a ter menor custo inicial, mas podem exigir ajustes, reembasamentos e substituições ao longo do tempo.

No implante, o orçamento pode reunir consulta, exames, planejamento, cirurgia, componente protético, coroa ou prótese, materiais, eventuais procedimentos de reconstrução óssea e manutenção. O número de áreas a reabilitar e a complexidade anatômica também influenciam. Um implante para repor uma unidade não tem a mesma composição de uma prótese fixa sobre implantes para uma arcada inteira.

Na dentadura, o valor costuma envolver moldagem ou escaneamento, planejamento, confecção da base e dos dentes, provas, ajustes e instalação. Por ser removível e não exigir a cirurgia de inserção no osso, ela tende a ser mais econômica no início. Ainda assim, é prudente considerar consultas de adaptação, reembasamentos, consertos e a substituição da peça quando ela deixar de acompanhar a boca.

Não é adequado comparar propostas apenas pelo preço anunciado. O paciente deve verificar o que está incluído, qual prótese será usada, quem realizará cada fase, quais exames são necessários, como ocorrerão os retornos e quais cuidados de manutenção serão ensinados. Um orçamento transparente descreve etapas e componentes, sem transformar uma estimativa genérica em promessa de resultado.

Para conhecer melhor os fatores envolvidos, veja o conteúdo sobre [qual é o custo médio de implantes dentários] e a explicação sobre [o valor de um implante dentário para um dente]. Esses conteúdos ajudam a separar custo cirúrgico, prótese e complexidade, evitando que valores de tratamentos diferentes sejam colocados na mesma comparação.

A capacidade de pagamento é relevante, mas não deve ser o único critério. Saúde dos tecidos, possibilidade de higienização, disponibilidade óssea, tempo de tratamento e expectativa de estabilidade também têm impacto. Em alguns casos, uma dentadura bem planejada atende ao objetivo. Em outros, o custo inicial maior do implante pode fazer sentido pela estabilidade e pela longevidade esperadas.

Pessoa sorrindo confiantemente com implantes dentários visíveis.

Qual escolher: implante ou dentadura?

A escolha entre implante e dentadura depende do equilíbrio entre estabilidade, invasividade, durabilidade, higiene, condições clínicas, tempo e orçamento. Em geral, o implante é mais indicado para quem busca uma solução fixa e tem condições para cirurgia; a dentadura pode ser adequada para quem precisa de uma alternativa removível, mais simples ou economicamente acessível.

Se a prioridade é não retirar a prótese e mastigar com mais segurança, uma reabilitação fixa sobre implantes merece ser investigada. Ela é especialmente relevante para quem sofre com movimentação, perda de retenção ou insegurança ao falar e sorrir. Em perdas extensas, o protocolo sobre implantes pode substituir todos ou grande parte dos dentes de uma arcada com uma prótese fixa apoiada no osso.

Se a prioridade é evitar cirurgia, reduzir o investimento inicial ou obter uma solução removível, a dentadura pode ser considerada. Ela também pode funcionar como etapa provisória durante o planejamento de implantes ou como tratamento definitivo quando a indicação clínica, a saúde geral, a rotina de manutenção ou a preferência do paciente apontam nessa direção.

A quantidade de osso é um elemento importante, mas não é o único. Gengiva saudável, controle de doenças, higiene, mordida e capacidade de comparecer às consultas influenciam o prognóstico. Uma pessoa com pouco osso pode ter alternativas, como reconstrução ou técnicas específicas, enquanto outra com osso disponível pode não ser uma boa candidata se não conseguir manter a higiene necessária.

O caminho mais seguro é levar à consulta perguntas práticas: qual solução repõe melhor a função, como será a limpeza, quais etapas serão necessárias, quanto tempo de adaptação é esperado, quais manutenções podem surgir e qual será o custo total do ciclo de tratamento. Também é importante informar ansiedade, uso de medicamentos, histórico de cicatrização e qualquer sintoma na boca.

A conclusão deve ser construída depois do exame, não antes dele. A Delano Maia atua com Implantodontia e Reabilitação Oral, utilizando avaliação individualizada, exames de imagem e, quando indicados, planejamento digital, cirurgia guiada e carga imediata. O próximo passo é realizar uma avaliação para comparar as alternativas disponíveis para sua anatomia, sua rotina e seus objetivos.

1. Perfil que prioriza estabilidade e dentes fixos

Pode se beneficiar da investigação de implantes e prótese fixa sobre implantes, desde que tenha indicação clínica e consiga manter a higiene.

2. Perfil que prioriza menor custo inicial e remoção simples

Pode considerar uma dentadura removível, com planejamento, adaptação e acompanhamento profissional.

3. Perfil com perda óssea ou condições clínicas que exigem investigação

Precisa de avaliação individualizada para verificar reconstrução óssea, técnicas alternativas, prótese removível ou outra estratégia de reabilitação.

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Perguntas frequentes

Implante ou dentadura, qual fica mais firme?

O implante tende a oferecer mais estabilidade porque é ancorado no osso e sustenta uma prótese fixa. A dentadura se apoia na gengiva e pode se movimentar durante a fala ou a mastigação, embora ajustes possam melhorar sua retenção.

Dentadura pode substituir todos os dentes?

Sim. A dentadura total substitui todos os dentes de uma arcada. A dentadura parcial repõe apenas parte dos dentes ausentes e pode usar os dentes remanescentes como apoio.

Implante é sempre melhor que dentadura?

Não existe uma resposta igual para todos. O implante oferece estabilidade e ajuda a preservar o osso, mas exige cirurgia, cicatrização, higiene e investimento maiores. A dentadura pode ser adequada quando a pessoa busca uma solução removível ou não tem indicação para implantes naquele momento.

Quem usa dentadura pode fazer implante depois?

Em muitos casos, a dentadura pode ser substituída por uma prótese sobre implantes. A possibilidade depende da saúde geral, da gengiva, da quantidade e qualidade do osso, da mordida e do planejamento da reabilitação.

Dentadura precisa ser retirada para dormir?

Em geral, sim. A dentadura deve ser retirada à noite e higienizada adequadamente, a menos que o dentista oriente de outra forma para uma situação específica.

Implante dói?

A cirurgia é normalmente realizada com anestesia local. Depois do procedimento, pode haver sensibilidade e desconforto, que devem ser acompanhados conforme as orientações do dentista.

Quanto tempo dura uma dentadura?

A duração depende do desgaste, da adaptação e das mudanças na boca. Como referência, pode haver necessidade de reembasamento a cada um ou dois anos e de substituição completa, em média, a cada cinco a sete anos.

É possível colocar dentes fixos no mesmo dia do implante?

Em casos selecionados, a carga imediata permite instalar uma prótese provisória fixa pouco tempo depois da cirurgia. Essa possibilidade depende da estabilidade inicial dos implantes, da quantidade e qualidade óssea e das características da reabilitação.

Glossário

Implante dentário
Estrutura, geralmente de titânio ou zircônia, inserida no osso para substituir a raiz de um dente perdido.
Dentadura
Prótese removível que substitui alguns ou todos os dentes de uma arcada.
Prótese fixa
Reabilitação que permanece instalada e é apoiada em dentes naturais ou em implantes.
Prótese protocolo
Prótese fixa apoiada em implantes para reabilitar uma arcada com perda extensa de dentes.
Carga imediata
Abordagem em que uma prótese provisória fixa pode ser instalada pouco tempo depois da cirurgia, quando há indicação clínica.
Osseointegração
Processo de integração entre a superfície do implante e o osso que o sustenta.
Reembasamento
Ajuste da base interna da dentadura para acompanhar mudanças no formato da gengiva e da arcada.
Cirurgia guiada
Técnica que usa planejamento digital e uma guia para orientar a posição dos implantes durante a cirurgia.
Delano

Escrito por

Delano

Dr. Delano Maia - Implantes Dentários

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